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Greve de Trabalhadores Não Docentes Fecha Escolas em Vários Distritos de Portugal

Por Bruna
19/10/2026 às 10:53
Greve de Trabalhadores Não Docentes Fecha Escolas em Vários Distritos de Portugal

Uma greve nacional de 24 horas convocada pelo Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (Sinape) está a provocar fortes perturbações no funcionamento do setor educativo esta segunda-feira, 19 de outubro de 2026. A paralisação dos assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos especializados e superiores levou ao encerramento de várias escolas básicas e secundárias de norte a sul do país, com destaque para os distritos de Lisboa, Coimbra e Setúbal.

Mapeamento do Impacto da Greve e Reivindicações

Dimensão da ParalisaçãoDetalhes e Dados Apurados
Escolas Afetadas (Lisboa e Margem Sul)Encerramentos confirmados em várias instituições, incluindo a Escola Secundária José Gomes Ferreira, Escola Pedro de Santarém, Luís de Camões, D. Filipa de Lencastre e Telheiras (em Lisboa); Escola Gago Coutinho (Alverca); Escola Básica de Almada (Costa da Caparica); e estabelecimentos em Alenquer e Vila Franca de Xira.
Escolas Afetadas (Outros Distritos)Em Coimbra, registou-se o fecho da Escola Secundária Infanta Dona Maria. O sindicato reporta também encerramentos em Viseu, Aveiro, Pedras Salgadas, Palmela, Setúbal, Sesimbra, Silves, Albufeira e Lagoa.
Adesão SindicalO dirigente do Sinape, Francisco Pinto, apontou para uma adesão global estimada em cerca de 70% dos trabalhadores não docentes.
As Reivindicações de FundoOs profissionais exigem a criação de carreiras próprias adequadas à especificidade das suas funções, denunciando situações prolongadas de precariedade, ausência de progressão na carreira e falta de reconhecimento funcional na administração pública.

O Impacto na Comunidade Educativa

A interrupção das atividades letivas e de apoio educativo em dezenas de estabelecimentos de ensino gerou constrangimentos significativos para os encarregados de educação e para a gestão escolar, com várias direções a reavaliarem a situação ao longo do dia consoante as mudanças de turno dos funcionários. Os sindicatos mantêm a pressão sobre a tutela para que sejam abertas negociações estruturais que valorizem estas carreiras essenciais para o funcionamento das escolas públicas.

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