
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) atualizou as regras para o transporte de carregadores portáteis, conhecidos como power banks, em voos. A medida segue orientações internacionais e tem como principal objetivo reforçar a segurança durante as viagens aéreas.
🔒 Por que as regras foram atualizadas?
Segundo a Anac, a decisão busca reduzir o risco de incêndios dentro da cabine. Isso porque baterias de lítio — presentes nos power banks — podem apresentar falhas e causar superaquecimento, oferecendo perigo durante o voo.
A atualização foi oficializada por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial da União, que incorpora também as recomendações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci).
⚠️ Quais são as novas regras?
Se você costuma viajar com power bank, fique atento às exigências:
- ✔️ Devem ser transportados exclusivamente na bagagem de mão (regra já existente, agora reforçada);
- 🔢 Cada passageiro pode levar no máximo dois power banks;
- 🔋 A capacidade permitida é de até 100Wh;
- ⚠️ Dispositivos entre 100Wh e 160Wh precisam de autorização prévia da companhia aérea;
- ❌ Modelos com mais de 160Wh são proibidos e devem ser descartados antes do embarque;
- 🚫 Não é permitido usar o power bank para carregar outros eletrônicos durante o voo;
- 🔌 Os dispositivos devem estar protegidos contra curto-circuito (com terminais isolados ou na embalagem original);
- 🔄 É proibido recarregar power banks dentro da aeronave.
📢 Dica importante antes de viajar
A Anac recomenda que os passageiros entrem em contato com a companhia aérea antes do embarque caso estejam levando power banks. Isso evita imprevistos e garante que tudo esteja dentro das normas.
🧳 Segurança em primeiro lugar
As novas regras reforçam uma tendência global de maior controle sobre o transporte de baterias em voos. Apesar de parecerem restritivas, elas são fundamentais para garantir a segurança de todos a bordo.
Antes de viajar, vale sempre conferir as exigências atualizadas — pequenos cuidados podem evitar grandes problemas durante sua jornada.
Fonte: InfoMoney
